Hong Kong: tirania comunista deixa cair a máscara
Centenas de milhares de pessoas realizaram sucessivos protestos em
Hong Kong contra um projeto de lei anti-subversão. O projeto é um pretexto para estrangular as liberdades desfrutadas pelos habitantes da cidade antes de sua anexação ao regime de Pequim. Quando
Hong Kong foi entregue pela Inglaterra à China, as autoridades comunistas prometeram respeitar o sistema capitalista. Porém, na prática elas o vêm extinguindo, sorrateira mas implacavelmente.
Os manifestantes vestiam-se de luto e protestavam, porque a nova lei, sob pretexto de coibir “atividades subversivas”, impõe a repressão que vigora na China vermelha. O governo designado por Pequim está fazendo astutas concessões, que não convencem a população. Aprovada a lei, qualquer dissidente do comunismo — como os católicos fiéis a Roma — será tratado com a mesma brutalidade e injustiça que se observam em todo o território restante da China.
Alarmante avanço da AIDS no mundo
Há 42 milhões de infectados pela AIDS no mundo, 70% dos quais na África, segundo a UNAids, agência da ONU que cuida da doença. A UNAids assinala ainda que a epidemia tira a vida de mil pessoas diariamente na África, e que desde o seu início, há 20 anos, ela matou 26 milhões de seres humanos. Segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) de Atlanta, nos EUA, pelo terceiro ano consecutivo aumentou o número de homossexuais e bissexuais infectados pelo HIV. Ao todo, foram 42.136 novos casos. Entre 850 mil e 950 mil americanos são portadores da doença.
Porém, hoje a maior preocupação é com o crescimento da doença na Rússia, Índia e China. Em Paris, durante a Conferência Internacional sobre AIDS, especialistas relataram três novos casos provocados por outra cepa de HIV. É uma super-infecção, que atinge até os doentes que resistiram às formas de AIDS conhecidas.
Para Robert Gallo, um dos co-descobridores do HIV, a distribuição do cocktail anti-AIDS não basta e pode ser até perigosa. “Corremos o risco de criar variantes resistentes”, disse. Cerca de 10% dos novos infectados na Europa foram atingidos por cepas resistentes a esses cocktails.
Colar-bomba em fazendeiro: crueldade das FARC
Guerrilheiros colombianos das FARC colocaram um colar-bomba no pescoço do criador de gado venezuelano
Jesús Orlando
Guerrero, de 65 anos. Os subversivos entraram em sua fazenda
Água Blanca, no Estado de
Táchira, a 10 quilômetros da fronteira colombiana, e exigiram 180.000 dólares no prazo de 72 horas. Caso não fosse atendida sua exigência, o colar-bomba explodiria. Este estava pintado de dourado e trazia as siglas do grupo marxista-leninista.
O fazendeiro passou 15 horas esperando a morte, até que especialistas vindos da Colômbia decifraram a chave de um complicado detonador eletrônico de 12 dígitos. O proprietário não entendia o bárbaro atentado, pois nunca exercera qualquer atividade política, dedicando-se exclusivamente ao trabalho agrícola em sua fazenda.
MST: agora exporta revolução para a América Latina
Enquanto os proprietários rurais batem recordes de produção e garantem substanciais superávits nas exportações brasileiras, o MST bate outros recordes de exportação: os da revolução agrária na América Latina. Nesta sinistra tarefa, compete com as FARC e a própria Cuba. Na Bolívia, por exemplo, o MST local, inspirado no brasileiro e animado pela esquerda católica, invadiu recentemente cinco fazendas, uma delas pertencente a um familiar do presidente da República.
O MST brasileiro, desde 1998 é o anfitrião de um seminário anual denominado Curso de Capacitação de Militantes de Base do Cone Sul. O organizador é a CLOC (Coordenação Latino-Americana de Organizações Camponesas). O último seminário realizou-se em Foz do Iguaçu (PR), contando com a presença de 37 paraguaios, 14 argentinos e cinco chilenos. Em outras ocasiões, no Mato Grosso do Sul, participaram bolivianos, costarriquenhos, colombianos, equatorianos, guatemaltecos, salvadorenhos, haitianos, hondurenhos, mexicanos e, obviamente, agentes comunistas vindos de Cuba.
Os cursos ensinam a fazer ocupações, a “desobediência civil” e a “luta revolucionária”. Mas Egidio Brunetto, membro da secretaria de relações internacionais do MST, garante que não é um “curso de guerrilha”. Quem quiser acreditar...
Catastrofismo ecologista agredido pela ciência
Segundo um estudo conjunto da NASA e do Departamento de Energia dos EUA, nos últimos 20 anos a Terra, em geral, tornou-se mais verde e as plantas cresceram mais, especialmente nas regiões menos produtivas. Em virtude das mudanças climáticas das últimas duas décadas — incluindo a controvertida corrente marítima
El Niño — em áreas onde as baixas temperaturas restringiam o crescimento, o clima esquentou; onde era preciso mais luz solar, as nuvens rarearam; e onde o solo estava muito seco, choveu mais. Na Amazônia, o crescimento vegetal era limitado devido ao bloqueio do sol pelas nuvens, mas o céu ficou mais limpo. Na Índia, onde 1
bilhão de pessoas dependem das chuvas, as monções tornaram-se mais confiáveis do que eram em décadas anteriores. Estes resultados confirmaram as tendências que vinham sendo registradas em numerosos estudos de alto nível universitário e científico, especialmente das universidades de Boston e Montana, nos EUA.
Em face disso, é colocado em cheque o catastrofismo ecologista, anunciando o colapso do planeta por causa das mudanças climáticas interpretadas de maneira preconcebida.
Breves religiosas
Fraude: urna do “irmão de Jesus”
Fraude: urna do "irmão de Jesus"
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Um comitê israelense de 14 arqueólogos, geólogos e estudiosos da Bíblia concluiu que a inscrição numa urna de pedra, que conteria os ossos de um suposto
“irmão” de Jesus, é uma fraude. O falsificador usou técnicas sofisticadas para enganar a datação por carbono e as análises com microscópios ultravioleta e eletrônico. Os dados dos cientistas não deixam margem a dúvidas.
“A inscrição foi feita recentemente por um artista habilidoso”, declarou o Dr.
Gideon Avni, diretor de escavações da
Autoridade em Antigüidades, máximo órgão israelense na matéria. O falsário copiou os caracteres da
Tabuleta de Jehoash, que também se revelou estar crivada de erros gramaticais e ortográficos.
Segundo o “New York Times”, a falsificação era de molde a abalar a fé no dogma da Virgindade de Nossa Senhora. Pode-se também supor que seria logo manipulada por teólogos progressistas, para semear confusão sobre a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tudo era fraude.