O “boné dos guerrilheiros”
Conversando com amigos, estou vendo que muitos começam a fazer a
confissão.
Se dizem enganados, que votaram no Lula mas não no PT, e agora
vêem que é o PT que governa, e não aquele “lulinha” programado para ser visto
na TV. Meu barbeiro até diz que “caboeleitorou” para
o Lula, mas para um Lula como a propaganda o apresentava. Agora ele chora os
votos que conseguiu para o PT.
Outro amigo disse que quando viu o Lula com aquele boné dos
guerrilheiros do MST, todas as ilusões se desfizeram como um castelo de cartas.
Que imaginava que o Lula tinha ficado moderado, mas agora vê que quem governa é
o PT mesmo, com o seu extremismo contra as instituições legalmente estabelecidas.
Estão arruinando o país, pois se os atuais governantes petistas não
querem a baderna (como dizem), por que não prendem os baderneiros, a começar
pelo chefe do MST? Se o Stédile está incendiando, por
que não tomam as providências para apagar o fogo? Por que não impedem a ação do
incendiário?
(U.S.N. — MG)
O mito e a realidade
Como faço para comprar o livro “O mito e a realidade”? Procurei
em 2 livrarias de Curitiba e não
consegui.
(M.P.P.K. — PR)
Nota da redação:
Nossos leitores desejosos de adquirir o mencionado livro — de
autoria de Nelson Ramos Barretto — podem obtê-lo
entrando em contato com Artpress Indústria Gráfica e
Editora Ltda, Rua Javaés, 681, Bom Retiro, CEP
01130-010, São Paulo – SP, fone (011) 3331-4522 e fax (011) 3331-5631.
MST corroendo o País
Assim como vocês, sinto-me muito
preocupado com o mal que ameaça cada vez mais nosso País e o mundo: a esquerda
satânica travestida de progressista, este eixo do mal que condena ao atraso
qualquer sociedade por ela iludida.
O MST, conforme já afirmei em carta enviada ao jornal “O Estado
de S. Paulo” e por ele publicada, é um verdadeiro câncer, corroendo cada vez
mais nosso País; e seu principal líder, Stédile, o
tumor-mor. Ou o Brasil acaba com esta guerrilha, ou ela acaba com o Brasil.
Há, entre os membros da nossa famigerada esquerda, um
denominador comum: a incompetência. São todos incompetentes, e da sua total
incapacidade de produzir nasce a voracidade e a fome, pela destruição.
Vivemos hoje em uma sociedade cada vez mais corrompida e
corroída pelo mal. O crime, as drogas, os abusos e vícios estão por toda parte.
E tudo isso por causa de um colapso que atinge cada vez mais o tripé que
alicerça qualquer sociedade decente: a Tradição, a Família e a Propriedade.
Na tradição, trazemos valores de grande valia para nossas vidas.
É preciso respeitarmos nosso passado e nossas gerações anteriores. É preciso
crer em Deus e ter fé, fazer o bem e produzir!
É no seio da família que garantimos nossos valores. Se hoje sou
uma pessoa íntegra, devo isso à minha família e aos valores que me deram!
Propriedade não cai do céu. Lutamos por ela. Trabalhamos
diariamente para conquistarmos nosso espaço. No próprio Evangelho de Jesus, a
propriedade é tida como sagrada. Como direito conquistado pelo homem.
Isso tudo posto, não podemos nós, brasileiros decentes e
trabalhadores, permitir que uma legião de desocupados e vagabundos cada vez
mais se apossem do que não lhes é de direito. Quem quiser conquistar seu
quinhão do País, que trabalhe por ele.
Vivo hoje uma vida confortável, uma vida de que meus pais não
puderam usufruir na minha idade, pois eram de origem humilde e muito tiveram de
lutar para conseguirem o que têm.
Mesmo com todas as dificuldades por que passaram meus avós, meus
pais são hoje pessoas dignas e honestas, com curso superior e com a vida
estabilizada. Contudo, o maior valor que me deram não foi o dinheiro, o estudo
ou toda a estrutura, mas sim os valores morais e verdadeira noção de que, para
que colhamos, temos de plantar.
É lamentável vermos, nos dias de hoje, um ramo tão podre na Igreja
Católica. Felizmente há ainda, entre os padres, um grupo de pessoas cientes de
que respeitar as conquistas de outrem é necessário, assim como necessário é o
trabalho em nossas vidas.
Esta não é uma crítica dirigida somente aos católicos
esquerdistas, mas sim a toda esta escória que compõe a esquerda (brasileira,
principalmente). Stalin, Lênin, Trotski e Che Guevara estão mortos. Que suas
idéias apodreçam, como apodreceram seus cadáveres.
(H.J.R.S. — SP)
A fé sem obras é morta
O artigo do Cônego José Luiz Villac
sobre rezar e orar não expressa o pensamento da maioria dos evangélicos quanto
à salvação da alma. Nossa posição é essencialmente bíblica: a salvação do homem
é dom da graça de Deus para o homem, cabendo a este somente a fé para recebê-la
gratuitamente, sem qualquer mérito das obras. Boas obras são frutos da salvação
que recebemos, e não causa. Quanto ao pensamento da predestinação, cremos que
todos os homens são predestinados por Deus para receber a salvação. Não existe
uma lista negra de pessoas que irão automaticamente para o inferno. Entretanto,
cremos que aqueles que rejeitaram o favor divino em Cristo já estão condenados,
porque “todos pecaram” e destituídos estão da glória de Deus. Maior castigo,
entretanto, receberá aquele que mudar o evangelho da salvação dos homens, transformando-o
em doutrina de homens ou igrejas.
(I.X. — MS)
Resposta do Cônego José Luiz Villac
O missivista teve o mérito de
sintetizar em poucas linhas, e numa linguagem precisa, a doutrina protestante
da salvação. Porém, ao contrário do que supõe, não rebate e sim confirma a
doutrina protestante que expusemos na referida matéria de Catolicismo (nº 631, julho 2003), sobre a distinção que os mesmos
protestantes estabelecem entre rezar e orar. Com efeito, ele nega qualquer
papel às boas obras na tarefa da salvação. Sem dúvida, como afirma também a
doutrina católica (várias vezes por nós lembrada na coluna que escrevemos para Catolicismo), as boas obras são fruto
da graça que recebemos de Deus, e não causa. Entretanto, Deus estabeleceu que
não nos salvaria sem elas. E nisto entra um mérito por parte do homem, não de
condigno, como diz a doutrina católica, mas de côngruo.
Isto é, um mérito que de si não é proporcional ao dom da salvação, mas o é pelo
valor que Deus acrescenta a elas cobrindo-as com os méritos infinitos de Jesus
Cristo. A doutrina protestante reduz tudo à fé, mas como diz o apóstolo São
Tiago, “assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é
morta” (Tg
2,26). Por isso, o missivista se engana pensando que a doutrina protestante da
salvação “é essencialmente bíblica”, porque contradiz essa e outras passagens
da Sagrada Escritura.
Ora, negando qualquer valor às boas obras em ordem à salvação, a
doutrina protestante desemboca na espantosa tese da dupla predestinação (praedestinatio gemina), segundo a qual Deus escolhe alguns
para a vida eterna, e a outros condena à morte eterna. O próprio Lutero não a
afirmou de imediato, mas, elaborando as premissas que estabelecera, foi pouco a
pouco chegando a ela, mais especialmente em seus Comentários à Epístola aos
Romanos (anos 1515-1516); e pouco depois, nos Comentários à Epístola aos
Gálatas (1519), em que chega às últimas conseqüências.
Com tudo isso, não podemos senão concordar com a última frase do
missivista: “Maior castigo, entretanto, sofrerá aquele que mudar o evangelho da
salvação dos homens, transformando-o em doutrina de homens ou igrejas [leia-se
seitas]”.
Cubanização do Brasil
Simplesmente fantástica a reportagem “Cuba sem censura”, tema de
capa do Catolicismo n° 631, Julho/2003.
Vocês, novamente, se superaram. Primeiro, em nos trazer, a nós
leitores privilegiados desta Revista, os fundamentos, os arcabouços da
ilha-prisão de Fidel Castro, detalhando como é a vida do cidadão cubano comum.
Segundo, em nos esclarecer a razão de a esquerda festiva e os
inocentes úteis não quererem ver a triste realidade pela qual passa o sofrido
povo cubano.
Gostaria imensamente — e DEUS queira que vocês consigam, e nós
leitores — de poder divulgar esta reportagem esclarecedora aos INOCENTES ÚTEIS,
principalmente universitários e os que são manipulados pela esquerda festiva, que
tece mil loas ao depravado “CHE”, defendendo este famigerado regime — o
socialismo, e também o cubano – sem se darem conta das mazelas e estragos que o
mesmo proporciona à América Latina e ao Brasil.
Um ponto me deixou entristecido: será que o Brasil — como a
reportagem claramente adverte — será a
Cuba de amanhã?
Que Deus e a Virgem de Fátima nos preservem de tão duro castigo
e provação.
(T.J.G. — SP)
Programa “Fomiséria”
Reportagem espetacular da TFP. Acho que foi a melhor reportagem
sobre Cuba que já li. Estão de parabéns! Esse é o “mundo” que o PT quer
importar para a gente...
(R.C. — RJ)
Coerência de pensamento
Consegui dois números da interessante Catolicismo por intermédio de um amigo. Politicamente, considero-me
de centro-esquerda, e, não obstante, refleti cuidadosamente acerca do conteúdo
político-ideológico da revista e comecei a entender muitas coisas que não
percebia antes em torno da temática. Confesso que senti certa simpatia em
alguns pontos de vista defendidos. Isso mudou muita coisa no meu modo de
pensar, de compreender, de tolerar idéias que reputava adversas às minhas
convicções.
Apesar de ser avesso a radicalismo, tenho que admitir: os
senhores sugeriram alguma abertura em mim, por exemplo, em compreender o abismo
que há entre a prática comunista e a radicalidade (desta eu gosto...) cristã.
Ainda penso ser de centro-esquerda, todavia algo novo desperta em mim. Nem
acredito que digo isto, mas... Parabéns!
(R.N.C. — AL)
Visão católica do mundo
Boa tarde. Eu admiro muito o trabalho de vocês, é muito bom para
nós católicos jovens ter uma revista tão boa e cheia de assuntos ótimos para se
conscientizar de como é o mundo! Eu estou fazendo Crisma na Paróquia e adoro
estar na casa de Deus, é o melhor lugar que existe. Minha avó recebe a revista
de vocês. Parabéns pelo trabalho!
(D.F.S.O. — RJ)