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Escolas mistas
prejudicam crianças
Entre os educadores brasileiros, é quase
consenso o ser contrário à separação
entre meninos e meninas nas escolas. Prevalecem ainda certos mitos
sem base na realidade, como o da igualdade, que já vem sendo
abandonado em outros países.
Essa persistência nas escolas mistas tem
trazido sérios problemas para a educação das
novas gerações.
Uma forte corrente de educadores e psicólogos,
em países de melhor nível educacional, defende
que os meninos estão sendo prejudicados pelo modelo
misto de ensino e ensaiam um coro que pede o retorno à
separação dos sexos nos bancos escolares.
Mas não são só os meninos que
se beneficiam com a separação, ressalva a irmã
Dionéia Laward, diretora do Colégio Mãe
de Deus, de Londrina (PR), com 700 alunas: “Há
estudos que comprovam que garotas sozinhas se saem
melhor”.
Consultor
de uma escola do modelo chamado “same sex school”
(colégio de sexo único), o psicólogo
americano Michael Thompson diz que num estabelecimento
exclusivamente masculino os garotos se livram dos prejuízos
que a comparação pode causar. “Lá,
aprender direito e obter boas notas nos exames é algo
totalmente masculino, e isso ajuda a melhorar o desempenho de
muitos”.
No ano passado, o governo americano revogou a lei de
obrigatoriedade de escolas mistas públicas e reservou cerca de
3 milhões de dólares para estimular a criação
de escolas não mistas. Hoje, os Estados Unidos têm
cerca de 400 mil alunos em escolas privadas separadas; e no setor
público, pelo menos 47 oferecem separação
total ou parcial.
“É
preciso abrir a cabeça, admitir que meninas e meninos se
desenvolvem e aprendem de forma diferente”, disse
Christopher Wadsworth, diretor da International Boys
Schools Coalition (Coalizão Internacional das Escolas de
Meninos). É uma organização que reúne no
mundo 135 colégios só para garotos.
Segundo alguns, a mistura dos sexos traz vantagens
financeiras para as escolas: “Misturar os dois sexos é
vantagem para a escola, porque para as particulares seria
inviável excluir metade do mercado”, reconhece
Álvaro de Oliveira Bento, diretor do Centro Educacional
e Assistencial de Pedreira, um colégio beneficente
sustentado por doações no Jardim Pedreira, zona sul de
São Paulo.
Mas as finanças das escolas não podem
prevalecer sobre o aproveitamento escolar dos alunos!
Oliveira Bento explica que “os meninos
sozinhos rendem mais, isso é uma tendência na
França e nos EUA. A escola só com garotos não
fica com aquele ar de clube. Eles não precisam ficar tentando
‘aparecer’ para elas” (cfr. “Revista da
Folha”, 4-5-03).
Macacos continuam os
mesmos
A teoria da evolução, segundo a qual
os homens se originariam dos macacos, vem sofrendo um desmentido
atrás do outro. Muitos a utilizam para negar a existência
de Deus criador. E com isso blasfemam.
Algum tempo atrás, pesquisadores ingleses
resolveram fazer uma experiência para tentar dar visos da
realidade a essa teoria. Para isso, instalaram um grupo de seis
macacos numa área fechada de um zoológico na
Inglaterra. Colocaram máquinas de escrever à disposição
deles, com o intúito de que os símios aprendessem a
escrever na língua de Shakespeare.
Professores e alunos da Universidade Plymouth
receberam 3.200 dólares para tocar esse projeto e aplicaram-se
a ensinar os macacos a usar os teclados. Para melhor monitorar a
produção intelectual dos alunos, instalaram até
um computador no local.
Ao cabo de longas e exaustivas tentativas, o projeto
foi abandonado. Os animais não conseguiram escrever uma única
palavra.
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