Julho de 2003
 
Escolas mistas prejudicam crianças
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Por que Nossa Senhora Chora?

Escolas mistas prejudicam crianças

Entre os educadores brasileiros, é quase consenso o ser contrário à separação entre meninos e meninas nas escolas. Prevalecem ainda certos mitos sem base na realidade, como o da igualdade, que já vem sendo abandonado em outros países.

 Essa persistência nas escolas mistas tem trazido sérios problemas para a educação das novas gerações.

Uma forte corrente de educadores e psicólogos, em países de melhor nível educacional, de­fende que os meninos estão sendo preju­dicados pelo modelo misto de ensino e ensaiam um coro que pede o retorno à sepa­ração dos sexos nos bancos escolares.

Mas não são só os meninos que se benefi­ciam com a separação, ressalva a irmã Dio­néia Laward, diretora do Colégio Mãe de Deus, de Londrina (PR), com 700 alunas: “Há es­tudos que comprovam que garotas sozi­nhas se saem melhor”.

 Consultor de uma escola do modelo chamado “same sex school” (colégio de sexo único), o psicólogo americano Michael Thompson diz que num esta­belecimento exclusivamente masculino os garotos se livram dos prejuízos que a com­paração pode causar. “Lá, aprender direito e obter boas notas nos exames é algo total­mente masculino, e isso ajuda a melhorar o desempenho de muitos”.

No ano passado, o governo americano revogou a lei de obrigatoriedade de escolas mistas públicas e reservou cerca de 3 milhões de dólares para estimular a criação de escolas não ­mistas. Hoje, os Estados Unidos têm cerca de 400 mil alunos em escolas privadas separadas; e no setor público, pelo menos 47 oferecem se­paração total ou parcial.

“É preciso abrir a cabeça, admitir que me­ninas e meninos se desenvolvem e apren­dem de forma diferente”, disse Chris­topher Wadsworth, diretor da Interna­tional Boys Schools Coalition (Coalizão Internacional das Escolas de Meninos). É uma organização que reúne no mundo 135 colégios só para garotos.

Segundo alguns, a mistura dos sexos traz vantagens financeiras para as escolas: “Misturar os dois sexos é vantagem para a escola, porque pa­ra as particulares seria inviável excluir me­tade do mercado”, reconhece Álvaro de Oliveira Bento, diretor do Centro Edu­cacional e Assistencial de Pedreira, um co­légio beneficente sustentado por doações no Jardim Pedreira, zona sul de São Paulo.

Mas as finanças das escolas não podem prevalecer sobre o aproveitamento escolar dos alunos!

Oliveira Bento explica que “os meninos sozinhos ren­dem mais, isso é uma tendência na França e nos EUA. A escola só com garotos não fica com aquele ar de clube. Eles não precisam ficar tentan­do ‘aparecer’ para elas” (cfr. “Revista da Folha”, 4-5-03).

Macacos continuam os mesmos

A teoria da evolução, segundo a qual os homens se originariam dos macacos, vem sofrendo um desmentido atrás do outro. Muitos a utilizam para negar a existência de Deus criador. E com isso blasfemam.

Algum tempo atrás, pesquisadores ingleses resolveram fazer uma experiência para tentar dar visos da realidade a essa teoria. Para isso, instalaram um grupo de seis macacos numa área fechada de um zoológico na Inglaterra. Colocaram máquinas de escrever à disposição deles, com o intúito de que os símios aprendessem a escrever na língua de Shakespeare.

Professores e alunos da Universidade Plymouth receberam 3.200 dólares para tocar esse projeto e aplicaram-se a ensinar os macacos a usar os teclados. Para melhor monitorar a produção intelectual dos alunos, instalaram até um computador no local.

Ao cabo de longas e exaustivas tentativas, o projeto foi abandonado. Os animais não conseguiram escrever uma única palavra.

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