Julho de 2009
"Conquistas feministas" trouxeram infelicidade
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A Realidade Concisamente

 “Conquistas feministas” trouxeram infelicidade

As “conquistas feministas”, iniciadas há 30 anos, são hoje uma realidade na vida das mulheres americanas. Mas elas são mais infelizes do que antes desse “presente de grego”. O problema foi abordado no livro The Paradox of Declining Female Happiness, dos economistas Betsey Stevenson e Justin Wolfers, noticiou “The New York Times”. O declínio da família tradicional é um dos maiores fatores de depressão e insatisfação entre as mulheres, dizem os autores. Todas as classes e raças de americanas são atingidas pelo mal. O colunista Ross Douthat observou que, segundo o figurino igualitário, as mulheres “liberadas da era patriarcal” vivem num mundo mais “atencioso, gentil e concessivo”. Mas, para elas, é um mundo mais desventurado. O igualitarismo prometeu uma miragem e trouxe a infelicidade. A família, segundo a concepção católica, não deixa de lembrar a cruz, mas faz do lar um refúgio de doçuras e consolos inefáveis.

 

Jornais afastam-se do público e perdem leitores

“O panorama é inquietante: a média diária de exemplares vendidos nos EUA decresceu de 62 milhões a 49 milhões nos últimos 15 anos, quando a Internet começou a ficar acessível a todos. Por volta de cem jornais foram obrigados a abandonar a edição impressa. No mesmo período, o número de leitores de periodismo digital nos EUA chegou a 75 milhões”. Resultados disso são a fuga das receitas da propaganda e demissões em massa. A imprensa européia não está melhor: 2008 foi um ano horrível, e todos acham que o pior ainda está para vir. O “El País” de Madri pergunta “se os jornais não desaparecerão diante das novas tendências digitais, como o fizeram os dinossauros em outra época”. O diário “La Nación” de Buenos Aires descreveu o esmorecimento da mídia impressa face à digital. Aqueles que tratam do problema, entretanto, não se indagam se a tendência cada vez mais acentuada dos jornais para o esquerdismo e a imoralidade contribui para descolá-los do público, e se as facilidades que a Internet deixa para os conservadores, ao menos por ora, não é um dos fatores da popularidade dessa nova mídia.

 

Índia recusa educação sexual com métodos da UNICEF

O senado da Índia recusou a aplicação de programas ocidentais de educação sexual nas escolas, argumentando que só exacerbam as gravidezes prematuras e incitam à promiscuidade sexual, informou “LifeSiteNews”. ONGs ocidentais queriam impor a educação sexual nas escolas com material imoral da UNICEF, órgão ligado à ONU. Para o senado hindu, caso fosse aplicado o programa proposto, ele “corromperia a juventude indiana e levaria ao colapso o sistema educacional”. Tal programa não é senão uma incitação à “educação para usar preservativos” que produz uma “sociedade imoral” e aumenta o número de famílias monoparentais, acrescenta a nota do senado. Com relação à Aids, o professor Pratiba Naitthani declarou ao comitê do senado encarregado de elaborar o relatório que “nada é mais seguro do que a abstinência até o casamento”.

 

Doentes mentais trabalhavam como escravos na China

Mais dez empresários chineses foram presos por maltratar e escravizar doentes mentais em fábricas de tijolos do leste da China (foto), informou a agência oficial marxista “Xinhua”. O fato não é novo, é até corriqueiro, ocorrendo sob o olhar cúmplice das autoridades. A escravidão é um fato oficial e atinge milhões em fábricas-prisão, campos de reeducação pelo socialismo e até fábricas oficiais que trabalham para firmas ocidentais. O caso veio à tona quando as famílias denunciaram pela Internet que seus filhos foram seqüestrados e vendidos como escravos em Shanxi. Hoje o governo socialista se empenha para que denúncias dessas não apareçam mais na Internet.

 

Corte constitucional alemã proíbe urnas eletrônicas

A corte constitucional da Alemanha proibiu as urnas eletrônicas, noticiou o diário portenho “Clarín”. Os altos magistrados ficaram convencidos de que não estava afastado o perigo de fraude eleitoral por meio de softwares manipulados. Para eles, não há garantias de que o voto emitido seja o mesmo registrado pelo computador. Expressaram o temor de que as eleições tenham sua legitimidade sacrificada em aras dos desejos apressados dos políticos. Segundo Manfredo Koessl, politólogo da universidade de Córdoba, Espanha, a sentença foi muito bem recebida pela opinião pública. Os alemães conhecem bem o que o computador pode e não pode fazer, escreveu Koessl, e alimentam sérias dúvidas sobre o uso das urnas eletrônicas em eleições. O acórdão é também uma advertência para o Brasil.

 

Cientistas “realistas” consideram absurdo querer controlar o clima

“Al Gore esteve nos enganando esse tempo todo! Isto é achincalhante!”, exclamou o deputado americano Dana Rohrbacher, da Califórnia, diante dos depoimentos de cerca de 400 cientistas “realistas” reunidos em Nova York. Eles participaram da 3ª Conferência Internacional sobre Mudanças Climáticas, visando responder com equilíbrio aos exageros do ecologismo catastrofista. A assembléia, que quase não teve cobertura na mídia brasileira, foi organizada por “The Heartland Institute”, além de think tanks e grupos “realistas” do Ocidente, Japão e Austrália. “Pretender que alguém possa controlar a natureza e regular os ritmos do clima, sobretudo quando nem sequer nós somos capazes de predizê-lo corretamente, é algo patentemente absurdo”, afirmou o professor Bob Carter, da Universidade australiana James Cook. De fato, só Deus Criador do Céu e da Terra é capaz de controlar o clima. O catastrofismo ecologista reedita a imagem do orgulhoso que quer ser igual ou mais do que Deus, e no fim, constatando sua impotência, faz careta para o céu.

 

Nos EUA, bons resultados abolem classes mistas

 
Nos EUA já somam 445 as classes separadas para meninos e meninas em escolas públicas. A melhoria nos resultados e a diminuição dos problemas de conduta foram decisivas para esse aumento, segundo a National Association for Single-Sex Public Education. Em Nova York, uma dúzia de escolas adotou esse tipo de aulas. Obviamente há críticas e resistências, porém a melhora do rendimento tornou tais aulas social e politicamente aceitáveis. “Nós fazemos o que funciona bem”, disse Paul Cannon, diretor da Escola Pública 140. Segundo o “The New York Times”, durante anos Cannon tentou toda espécie de fórmulas, mas os resultados não melhoravam na proporção do esforço e dos recursos empregados. Mas quando tomou conhecimento da experiência em Carolina do Norte, percebeu que separar por sexos era a solução.

No Brasil, tivemos uma comprovação de que tal sistema realmente funciona. Recentemente foram divulgados os resultados obtidos no ENEM/2008 (Exame Nacional do Ensino Médio). Segundo o Ministério da Educação/INEP, a maior média nacional (80,58) foi do Colégio São Bento (RJ) — o único colégio brasileiro no qual não há classes mistas! A instituição ficou em primeiro lugar pelo segundo ano consecutivo.

 

 

Breves Religiosas

China: perseguição a grupos que usem o nome cristão

As medidas repressivas da política socialista chinesa, de aproximação com eclesiásticos católicos dispostos a uma distensão em relação à ditadura marxista, está fazendo mais vítimas: os próprios protestantes. Documento secreto do Partido Comunista visa inseri-los num esquema de submissão análogo ao praticado com os católicos, por meio da Associação Patriótica (pseudo-católica). Aproximadamente 50 milhões de protestantes, ou seguidores de crenças sincréticas que incluem o cristianismo, deverão entrar em Associações Patrióticas do gênero da “católica”, caso contrário serão simplesmente eliminados. O documento foi revelado e difundido integralmente pela China Aid Association, baseada nos EUA.

 

Embaixador inglês em Varsóvia é contraditado

O embaixador britânico na Polônia causou incidente diplomático, promovendo indevidamente uma controvertida passeata homossexual na capital polonesa. O embaixador Ric Todd já tinha se salientado içando a bandeira do arco-íris junto com a do Reino Unido no jardim da embaixada. Janusz Kochanowski, ombudsman do governo polonês para os direitos civis, disse ao diário inglês “The Daily Mail” que Todd ultrapassou os limites. Também o mundo católico reagiu. Slawomir Skiba, diretor da renomada revista “Polonia Christiana”, declarou àquele jornal britânico: “O embaixador mostrou uma extrema falta de diplomacia e uma absoluta ignorância dos valores em função dos quais vive a vasta maioria de nossa sociedade”. O desrespeito a toda norma é uma bandeira da revolução homossexual. A coragem dos católicos poloneses representa uma bandeira a ser imitada pelos católicos no mundo inteiro, que defendem seus valores. E estes são os da Santa Igreja e da civilização cristã.

 

 

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